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Controlador? Eu?

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Dizer que uma pessoa é controladora é quase uma ofensa. Parece que estamos nos referindo a alguém egoísta e manipulador que usa as pessoas para satisfazer os seus próprios interesses. Mas será que é só isso? Muitas vezes uma pessoa pode ser controladora e nem perceber. A atitude de controlar o outro pode aparecer ‘maquilhada’ por um interesse genuíno e sincero de gerar bem estar, evolução, ou aquilo que o controlador enxerga como o melhor caminho a ser seguido pela pessoa a ser controlada. Normalmente percebemos que a pessoa que é controlada sofre por não poder realizar o seu próprio caminho, à sua maneira, em seu tempo e de acordo com as suas decisões. Mas o controlador também sofre. Ele sofre por que almeja algo impossível. O outro jamais será exactamente como ele espera. E pior: quanto mais o outro cede para a realização do desejo do controlador, menor é a admiração e o respeito do controlador pelo controlado. Há também aqueles que gostam de ser controlados como se o p...

Inquietude...

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Sem darmos por isso deixamo-nos invadir pela agitação do dia-a-dia e saber reconhecer esse facto ajuda a abandoná-la… Admitir a própria responsabilidade, ao lidarmos com os outros e com os acontecimentos, é uma prova de boa vontade em melhorar a comunicação e a interacção. No estilo de vida actual, andar agitado é evitável. Quando a nossa forma de ser é autêntica, os acontecimentos exteriores, as situações nas quais estamos implicados, as reacções dos outros ou as suas interferências, não têm o poder de nos desestruturar. Pensar que o stress e o desequilíbrio se resolvem, tomando químicos, é uma forma de se enganar a si próprio. Na verdade, os remédios podem ser uma ajuda temporária (sempre o tempo), mas depende de nós que essa ajuda seja eficaz e breve. A duração desta ajuda depende da mudança da maneira de pensar, que originará atitudes diferentes perante a vida e, finalmente, comportamentos mais adequados a uma vida saudável. (este texto não segue as regras ...

É possível agradarmos a todos?

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A sociedade tolera mal todos aqueles que decidem ser autónomos no modo de pensar e de agir... Segundo a conhecida fábula de La Fontaine , certo dia um velho pôs-se a caminho do mercado levando consigo o filho e um burro. Na estrada cruzaram-se com algumas pessoas que gozaram ‘vejam só que tolos, vão a pé quando podiam montar o burro’. O velho decidiu então colocar o rapaz em cima do burro. Mais à frente, ouviam-se comentários ‘ali vai um exemplo da geração moderna, enquanto que o velho pai vai a pé, o jovem vai refastelado em cima do burro’. Trocaram então de posições. Alguns quilómetros à frente, as vozes fizeram-se ouvir: ‘a crueldade de alguns pais é tremenda. Aquele preguiçoso em cima do burro, enquanto a criança vai a pé!’. Para calarem as bocas do povo, decidiram que ambos montariam o animal. ‘Oh pobre animal, que maltratado está. Os dois deviam ser presos!’. Em desespero de causa, optaram por colocar o animal às costas e serem eles próprios, pai e filho, a carr...

Nada se cria, nada se perde, tudo se transforma...

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Verdade! Nada se perde, tudo o que acontece pode ser transformado em benefício. Para isso, basta traçar o caminho de forma positiva, estando bem informados das nossas possibilidades. Com o hábito de estar em constante ligação com a consciência, de dialogar com o seu porta-voz que é a intuição, surgem as ideias, as propostas, os convites e as participações nos projectos que proporcionam prazer e êxito. Muitas vezes projectos pioneiros ficam nas gavetas, mas se corresponderem a uma melhoria real da qualidade de vida social, voltam à ribalta na altura certa. Tudo tem o seu tempo… É agora que estão a ser criadas as condições. No entanto, convém reconsiderar, voltar a pensar no assunto e obter a resposta certa acerca da validade actual do projecto. Por vezes, aparecem situações à nossa frente que perderam o interesse, simplesmente porque, entretanto, qualquer coisa de muito melhor aconteceu. Pondera-se então a mudança de direcção, em relação aos nossos g...

Existem inúmeras formas de riqueza...

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Lembre-se de que existem inúmeras formas de riqueza; a riqueza monetária é apenas uma delas. Uma pessoa que estabeleça relações humanas enriquecedoras e que esteja rodeada de uma comunidade acolhedora é, na minha opinião, abastada. Um indivíduo que durante a sua vida gozou de uma saúde excelente, que tem espírito de aventura, que é entusiasta e que se empenha numa aprendizagem constante, possui um tipo de riqueza de uma natureza diferente. Uma pessoa que esteja estreitamente ligada a tudo o que constitui a vida e que acorda todas as manhãs, sentindo-se plenamente em paz e com percepção da verdade deve, sem sombra de dúvida, ser considerada afortunada, só que possui uma outra espécie de riqueza. A  A multidão – a nossa tribo, a que chamamos Sociedade – ensinou-nos que a riqueza monetária é o único tipo de riqueza que devemos tentar alcançar. Mas não é verdade! Autor  Robin Sharma   (este texto não segue as regras do novo acordo ortográfico) ...

Entrar numa outra fase da vida...

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Há momentos em que parece imprescindível, urgente e inevitável entrar numa outra fase da vida. Em geral, estes momentos acontecem quando se tem a sensação de perder o controlo das situações, dos compromissos, das referências, sendo uma espécie de caos que nos envolve. É nesta altura que a projecção da ideia de transformação representa uma bóia de salvação, uma porta aberta à mudança. No entanto, convém escolher um caminho suave, sem radicalismo, dando valor ao que já existe e que já se construiu e aceitar ver o que na nossa atitude criou a situação. A sensação de caos corresponde a uma desestabilização no funcionamento de tudo o que nos é essencial, nomeadamente a família, o trabalho e a gestão serena do tempo e do dinheiro. O primeiro passo a dar é reconhecer a nossa responsabilidade, mesmo sem entender ainda como. É esta atitude que irá permitir a construção do equilíbrio total, ajudar a ultrapassar as visões negativas ou limitativas e, assim, fazer ...

Citando... Caio Fernando Abreu

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'Um dia a gente aprende a conviver com uns... E a sobreviver sem outros! ' (Caio Fernando Abreu)

Quando uma porta se obstina em ficar fechada...

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É comum dizer-se que é preciso ver certas portas fecharem-se para reparar nas outras que se estão a abrir na nossa frente. Projectar a imagem de portas entreabertas estimula a acção de poder empurrá-las, tendo o cuidado de não forçar. Irromper pela porta dentro, invadindo o espaço alheio, só poderá trazer agressividade. A noção clara a ter é reparar que, à medida que se avança, elas vão se abrindo. Esta sincronização acontece, naturalmente, quando o objectivo é bem definido e a decisão firme. É então que o nosso caminho se desenrola. Naturalmente. Quando, porventura, uma porta se obstina em ficar fechada, mesmo se era previsto atravessá-la, a atitude certa é considerá-la como indicação de uma nova orientação a aparecer brevemente. Esta nova forma de ver, que mais parece a prática de uma visão diferente da vida, tem como vantagens demarcar o nosso caminho, tomando como referência o produto dos próprios esquemas de pensamento. A preparação do nosso present...

Os outros não têm poder sobre nós...

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Quando se tem tendência para ver as coisas do lado mais negro, porque se está convencido da inveja e da maldade dos outros, abrimos a porta à depressão, à falência, ao desastre e, com certeza, ao isolamento. A depressão aparece após um período de agitação mental, de contrariedades, de contradições excessivas no diálogo interior, baseadas no medo do futuro, nas dúvidas e na influência nefasta que pode vir dos outros.  Os outros não têm poder sobre nós, a não ser que nós lho proporcionemos. Atrai-se, assim, o sofrimento, alimentando a mágoa interior e recusando olhar a própria responsabilidade.  Quando a depressão aparece, ao ponto de nos tornar inactivos, pode ser vista como um defesa, criada pela consciência, para pararmos, descansarmos e fazermos um ponto de situação interior. Muitas vezes, a depressão vem acompanhada de falta de memória, o que ajuda, de algum modo, a deixarmos de insistir na mesma tecla.  Uma ferramenta eficaz é a reprogramação d...

Citando... Robin Sharma

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Existe uma coerência brilhante que orienta as nossas vidas. Quanto mais nos esforçarmos no sentido de deixarmos de forçar desfechos, limitando-nos a viver ao sabor da corrente, mais mágica será a nossa vida, mantendo-se em consonância com o que nos foi predestinado. O acto de tentar fazer com que tudo aconteça e forçar resultados sem procurar encontrar um equilíbrio entre as coisas e sem vontade de deixar que estas aconteçam por si próprias chama-se controlo. (Robin Sharma) (este texto não segue as regras do novo acordo ortográfico)

O acto de criticar ou invejar

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Quando exprimimos uma ideia ou um acontecimento, pela descrição feita, criamos imagens. Estas imagens, não raras vezes, associam-se a situações já vividas. A interacção criada pela força das palavras funciona como um boomerang. Muito embora nos tenha sido ensinado que era feio criticar, que a inveja fazia parte dos sete pecados capitais, não nos explicaram, com clareza, que o acto de criticar ou invejar, teria efeito sobre nós próprios. Com a atitude de crítica entramos numa vibração interior que nos faz desperdiçar o ânimo. Sendo a crítica uma atitude altamente depreciativa, além de nos deixar mais fracos, sem energia física, vai fazer com que atraiamos pessoas amargas ou desiludidas. O contacto com tais pessoas desenvolve a mediocridade e o acanhamento de espírito.  A atitude de revolta manifesta-se normalmente em forma de superioridade mas, na verdade, é apenas a fachada de um comportamento de inferioridade. Quando revoltados, pomos a nossa própria força à dis...

Deixar o amor fluir...

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O ser humano só se pode sentir feliz e realizado quando consegue irradiar amor com serenidade. Irradiar amor significa ser capaz de dar, de receber, de expressar, de apreciar o efeito que tem em cada um de nós, de o entender e reconhecer, sem restrições, sem medo de não ser correspondido, sem possessividade, sem chantagem emocional. Esta atitude articula o prazer de dar com a mesma intensidade do prazer de receber. Quando se retrai a expressão do amor, desenvolve-se um desequilíbrio na personalidade. Qualquer sintoma ou (do)ença na zona que corresponde ao peito, aos pulmões e ao coração aparece quando, em vez de dar amor com autenticidade e de o receber de volta com simplicidade e confiança, se deixa acumular um conjunto de atitudes que impedem a sua expressão. Reconhecer o amor e expressá-lo ajuda a multiplicar a força vital. Quando nos retraímos, recalcamos ou estamos constantemente a massacrar-nos acerca de determinado assunto, abrimos espaço para a implosão ...

Citando... Robin Sharma

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Todas as promessas que não cumprir, por mais ínfimas que sejam ou por mais inconsequentes que possam parecer, lascarão irremediavelmente o seu carácter.   Sempre que não honrar um compromisso, estará a minar a relação que existe entre si e as pessoas que fazem parte da sua vida. (Robin Sharma)

A palavra prazer estimula a motivação

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A palavra Prazer é uma palavra que deve ser lembrada várias e muitas vezes ao dia, o prazer ligado ao trabalho, à comunicação com os outros, às tradições em geral, às pequenas rotinas… Com alto efeito positivo, a palavra Prazer estimula a motivação cujo ânimo multiplica a energia da acção em tudo o que é essencial. Em tempos, utilizava-se com cuidado, porque era associada aos prazeres da carne.  Durante gerações nunca acompanhou a ideia de trabalho e, no entanto, passamos a maior parte da nossa vida a trabalhar.  Quando se trabalha sem prazer, acomodados, sem poder tomar iniciativa ou, pondo o dinheiro em primeiro lugar, desaparece a motivação. Este desencanto tem influência nas outras áreas da nossa vida, em particular a familiar.  A motivação é necessária para activar as pernas do ser humano, e fazê-lo avançar. Quando desaparece, devagar, passo a passo, o estímulo que é a motivação, acaba por chegar ao ponto mais elevado da perda do prazer e...

Como ter sucesso? Durma mais! Video TED

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Arianna Huffington , colunista, autora e escritora, mais conhecida como sendo um dos fundadores do site de notícias ‘The Huffington Post’ , partilha nesta pequena conversa uma pequena ideia que pode despertar outras muito maiores: o poder de uma boa noite de sono… Em v ez de nos gabarmos dos nossos défices de sono, ela incita-nos a fechar os olhos e a ver mais além:  Dormir para aumentar a nossa produtividade e alegria - e tomar decisões de forma mais inteligente.  Tome atenção ao vídeo!

Citando... Robin Sharma

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As únicas pessoas que não têm problemas e que não passam por adversidades são as que se encontram debaixo de seis palmos de terra. Viver significa ter de enfrentar problemas, dor e sofrimento, os quais permitem o desenvolvimento, a expansão e a aprendizagem ao longo de toda uma vida. Tudo isto faz parte da experiência humana. (Robin Sharma) (este texto não segue as regras do novo acordo ortográfico)

O descontentamento esgota os impulsos...

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São os pequenos atritos do quotidiano que causam facilmente desunião, discussões, falta de produtividade, má gestão do tempo. E porquê? Porque o ânimo abranda. Estes pequenos acontecimentos a respeito de gostos, de teimosias pessoais ou abusos de poder, passam a ser o motor de arranque para uma infelicidade individual latente.  O descontentamento esgota os impulsos, limitando a criatividade e, assim, a sexualidade. Saber aceitar a visão e a percepção do outro harmoniza o relacionamento, embora seja importante preservar o próprio espaço e a expressão da personalidade.  Observar as atitudes que menos satisfazem, perdoá-las mutuamente e transformá-las individualmente, serve de aprendizagem para uma relação mais aberta, mais preenchida. Estudar a própria personalidade melhora a qualidade da relação, pondo de lado a desgastante competição e a inútil luta de poderes.  Quando estiver envolvido em conversas, reuniões, congressos, ou simplesmente enc...

Citando... Miguel Esteves Cardoso

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O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar. Miguel Esteves Cardoso , in 'Último Volume' (este texto não segue as regras do novo acordo ortográfico)

The power of words

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As palavras criam impressões, imagens e expectativas. Constroem afinidades psicológicas. Influenciam a forma como pensamos. Uma vez que os pensamentos determinam as acções, há uma poderosa conexão entre as palavras que usamos e os resultados que obtemos.  A energia do pensamento e a da palavra podem mudar toda uma vida. Assista ao vídeo e veja se não é verdade...  (este texto não segue as regras do novo acordo ortográfico)

Citando... Alfred Tennyson

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'Sou uma parte de tudo aquilo que encontrei no meu caminho.' (Alfred Tennyson)