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A mostrar mensagens de novembro, 2010

O perigo de uma única história

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O perigo de uma única história é o tema da palestra de Chimamanda Adichie, autora de Meio Sol Amarelo. Esta escritora de 32 anos pertencia a uma espécie de classe média da Nigéria, filha de um professor universitário e de uma secretária. Na sua palestra no TED (Ideas Worth Spreading), ela conta uma história feita de dificuldades narrativas para mostrar como uma história única aniquila a vida.  Linda e bem-humorada, Chimamanda mostra como a redução das histórias fez mal à sua maneira de olhar a vida de outros no seu próprio país. E como fez mal à forma como outros olharam para a sua vida, quando se mudou para os Estados Unidos – e a sua colega de quarto só conseguia enxergá-la a partir dos estereótipos ligados a um 'país' chamado África.  Nesta narrativa, Chimamanda percorre as várias crenças sobre a África – e não deixa de mostrar como ela própria embarcou na tentação das versões dominantes, como quando fez uma viagem ao México e incorporou o preconceito contra ...

A vaquinha...

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Um Mestre da Sabedoria passeava por uma floresta com o seu fiel discípulo, quando avistou ao longe um local de aparência pobre e resolveu fazer uma breve visita.  Durante o percurso falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizado que temos, também com as pessoas que mal conhecemos.  Chegando ao local constatou a pobreza do lugar, sem pavimento, casa de madeira, os moradores, um casal e três filhos, vestidos com roupas rasgadas e sujas… então aproximou-se do senhor, aparentemente o pai daquela família, e perguntou: - Neste lugar não há sinais de pontos de comércio e de trabalho. Como o senhor e a sua família sobrevivem aqui? E o Senhor, calmamente, respondeu: - Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite diariamente. Uma parte desse produto vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros géneros de alimentos e com a a outra parte produzimos queijo, coalhada, etc., para o nosso consumo e, assim, vamo...

Como morrem os amores...

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Se não há alimento, os amores morrem de inanição. De decepção, se não há sobriedade. De ciúmes, se lhes falta alento. De tédio, se lhes falta motivação. De egoísmo, quando se ama em solidão. Os amores morrem cedo, quando lhes falta compreensão. Morrem queimados, no calor de uma discussão. Sufocados, pela mágoa acumulada. Morrem afogados no mar das mentiras criadas. Os amores morrem doentes, quando somos intransigentes. Morrem dormindo, se a paixão vai diluindo. Os amores morrem porque nós os matamos. Morrem se os sentimentos ocultamos. Os amores morrem porque não os vivemos. Os amores morrem… E, morrendo o amor, morremos nós… (Autor desconhecido)